As comemorações dos 500 anos do foral de Felgueiras vão envolver as universidades do Porto e do Minho no levantamento da interpretação e alcance da outorga daquele documento, revelou o presidente da Câmara Municipal de Felgueiras.
“As universidades vão fazer todo o levantamento da interpretação, da profundidade e do alcance que representou para Felgueiras a outorga do Foral e dar-lhe um cunho científico, histórico, técnico e cultural”, explicou Inácio Ribeiro.
O material de trabalho já está a ser desenvolvido e vai culminar na edição de um livro no qual será aprofundado o conhecimento de Felgueiras de há 500 anos até aos dias de hoje.
O programa de comemorações foi apresentado na quinta-feira na Casa das Torres, naquela cidade, na presença de vários representantes de intuições e juntas de freguesia do concelho.
As comemorações do Foral de Felgueiras vão decorrer de março de 2014 a março de 2015 e vão ter dois pontos “mais fortes”, segundo o edil.
“Um dos pontos fortes vai decorrer em outubro, porque é no dia 15 que se comemora o Foral. Depois temos o centenário da chegada do comboio a Felgueiras que vai ser assinalado em três momentos”, revelou ainda.
A Câmara de Felgueiras tem previstos três eventos para assinalar o centenário da chegada do comboio ao concelho, que vão decorrer em maio, junho e setembro.
Em declarações aos jornalistas, Inácio Ribeiro informou que foi convidada para as festividades Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República.
Ao longo do ano de comemorações, a autarquia tem prevista a conceção de uma medalha alusiva ao Foral, que está a ser preparada pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda e de um selo dos Correios de Portugal.
Em conferência de imprensa, o presidente da Câmara de Felgueiras anunciou o programa comemorativo e ouviu os contributos dos convidados para o enriquecimento do programa.
“Queremos que se faça em Felgueiras o que corresponda à vontade dos felgueirenses e nada como pegar nas linhas estratégicas que apresentamos e fazer com que todos sejam parceiros, partes ativas nos processos”, sublinhou Inácio Ribeiro.






