Duas escolas de Felgueiras vão criar centros tecnológicos especializados, em áreas distintas, representado um investimento de 2,6 milhões de euros, apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), avançou hoje à Lusa fonte dos estabelecimentos.
O investimento beneficiará a Escola Secundária de Felgueiras (1,1 milhões de euros) e a Escola Profissional de Felgueiras (1,5 milhões de euros), que viram a suas candidaturas aprovadas.
De acordo com as candidaturas, o investimento apoiado pela União Europeia permitirá “a modernização da oferta dos estabelecimentos”, através dos futuros centros tecnológicos especializados.
No caso da Escola Secundária de Felgueiras (ESF), a aposta será na área da informática.
Escola Profissional aposta na indústria
Já a Escola Profissional de Felgueiras (EPF), detida a 100% pelo Município de Felgueiras, investirá na criação de um centro tecnológico do tipo industrial.
Vera Sampaio, da direção da EPF, explicou hoje à Lusa que a implementação do projeto dotará o estabelecimento, na atual localização, de maior capacidade técnica e pedagógica, através de “novos equipamento e infraestruturas”.
O plano prevê uma implementação faseada, prevendo-se que as primeiras alas funcionais estejam preparadas no início do ano letivo 2023/2024, com a totalidade do investimento apontado para o último trimestre de 2024.
“Pretende-se que a EPF seja uma referência na rede de formação para a indústria”, assinalou, indicando que o projeto foi pensado para “oferecer uma formação sólida e adequada aos desafios do futuro”.
Projeto da Escola Secundária será no domínio da informática
Por seu turno, Anabela Leal, diretora da Escola Secundária de Felgueiras, observou à Lusa que a criação de um centro tecnológico na área de informática “foi entendida como natural e obrigatória”.
O novo passo, a realizar até ao final de 2024, acentuou a dirigente, vai “amplificar a capacidade instalada, modernizar e acrescentar novos cursos à oferta formativa, em domínios de especialização emergentes que requerem mão-de-obra muito qualificada”.
Armindo Mendes/Agência Lusa
C/Hélder Quintela







