Ministra do Trabalho elogiou trabalho articulado para a criação do balcão do IEFP no Marco
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, elogiou hoje o trabalho articulado entre diferentes entidades para a criação de um balcão do atendimento do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) em Marco de Canaveses.
A governante falava hoje na cerimónia de inauguração do novo serviço, localizado no edifício do Marco Fórum XXI, em plena cidade.
Ana Mendes Godinho referiu que o novo espaço “irá dar às pessoas instrumentos para mudar de vida numa lógica de proximidade”.
“Vai permitir acompanhar a situação individualizada da cada pessoa e identificar formação e qualificação, bem como respostas personalizadas às empresas”, salientou.

A ministra abordou, ainda, as novas medidas e respostas sociais previstas pelo Governo no contexto da pandemia de covid-19, exaltando que “é necessário dar a todos o direito de exercer a sua cidadania, construindo um país de todos”.
A governante esteve acompanhada pelo vice-presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional, António Leite, da presidente da Câmara do Marco de Canaveses, Cristina Vieira, e de representantes da Segurança Social.

A criação do balcão hoje inaugurado resulta de uma parceria entre a Câmara do Marco de Canaveses, o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a Segurança Social.
“Um belo exemplo de colaboração entre entidades que têm foco no serviço aos cidadãos e às empresas”, realçou António Leite.
O novo serviço, que evita as deslocações da população dos concelhos do Marco de Canaveses, Baião e de Cinfães a Amarante, conta com três técnicas do IEFP.

Cristina Vieira lembrou que o novo serviço fica localizado perto dos transportes públicos, da Câmara Municipal e do centro da cidade.
“Trata-se de um serviço que vai responder às necessidades da população dos concelhos do Marco, Baião e até de Cinfães, permitindo combater as desigualdades sociais”, referiu a autarca.
A presidente da Câmara do Marco de Canaveses evidenciou, ainda, que o novo serviço evita deslocações a Amarante “que custavam, nos transportes públicos, cerca de 11 euros a cada munícipe”.



