Móveis com ‘design’ de multinacionais e produzidos em Paços de Ferreira integram uma exposição que abre hoje na Torre dos Clérigos, no Porto, para projetar nos turistas a notoriedade do mobiliário do concelho.
“Um dos objetivos foi estar num local, não só que é emblemático da cidade e da região, mas também por onde passam milhares de turistas, que dessa forma podem conhecer aquilo que é produzido no nosso concelho e que tem a chancela das empresas que connosco colaboraram.”, explicou hoje à Lusa o presidente da câmara.
Humberto Brito acrescentou que a exposição, designada ‘The Best Furniture in the World’, expressão inglesa que em português significa “Os melhores móveis do mundo”, é o resultado de um trabalho iniciado há vários anos, para internacionalizar, em termos de notoriedade, a capacidade do concelho na produção e comercialização de mobiliário no concelho, responsável pela faturação anual de mais de mil milhões de euros.
O setor do mobiliário em Paços de Ferreira, anotou, é constituído por cerca de 5.000 empresas, um milhão e meio de metros quadrados de área de produção, um milhão de metros quadrados de área de exposição, num raio de apenas cinco quilómetros.
“Entendemos que tínhamos de fazer um esforço acrescido para dar notoriedade à nossa capacidade instalada e surgiu esta oportunidade de convidar um conjunto de multinacionais de marcas de renome mundial que, no âmbito da sua responsabilidade social, estão a ajudar as pequenas e médias empresas do concelho”, prosseguiu o autarca.

Para Humberto Brito, o facto de multinacionais como Philips, a Cartier, a Vodafone e a BP, entre outras, se terem associado ao projeto, aceitando o desafio, é motivo de grande orgulho e de honra”.
“Sabemos que esta notoriedade das marcas também nos ajuda a projetar neste espaço europeu”, anotou.
Para a exposição, além das “marcas de renome mundial”, que conceberam as peças de mobiliário através dos seus gabinetes de ‘design’, foi também convidado o músico portuense Pedro Abrunhosa, que assina uma das peças.
A exposição pode ser vista até fevereiro.
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Lusa/fim